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Mostrando postagens de setembro, 2025

Teoria do não-objeto (fichamento)

  No texto “Teoria do Não-Objeto” é interessante perceber como o autor tenta trilhar o caminho de sua linha de raciocínio a fim de explicar ao leitor sua visão sobre a teoria por ele mesmo postulada. O texto começa com uma premissa básica: o não-objeto não é a negação de um objeto, não é seu extremo oposto nem sua antítese, mas sim um objeto especial que seja composto de pura aparência, que seja “[...] síntese de experiências sensoriais e mentais [...]”. Guiando-nos pelo caminho de sua lógica, Ferreira Gullar disserta sobre o início da crise da arte figurativa, principalmente com a chegada das vanguardas artísticas: Mondrian opta por não pintar uma árvore realista (exemplo meu em referência às aulas), e gradativamente vai retirando detalhes até que chega, enfim, em figuras aparentemente irredutíveis como linhas retas horizontais e verticais. Mesmo sendo um movimento bastante disruptivo, o autor vai além com sua teoria e demonstra que, mesmo sendo um nível significativo de abstracio...

Zine Experimental Abstrato

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  A capa é uma referência a planta da Escola de Arquitetura feita por memória.   As páginas 1 e 2 remetem a atividade de colagem sem cola e composição abstrata. As páginas 3e 4 são as imagens de composição com luz e reflexos. As páginas 5 e 6 são criações vetoriais que representam as esculturas de papel feitas em casa.   A contracapa é a imagem da primeira escultura de papel da atividade em aula sobre composição com luz e sombras. O verso da folha, sendo o pôster, é uma criação com linhas que remetem a atividade do cubo no Sketchup.

Mockup zine em aula + 1a versão para as paginas (photopea)

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Colagem individual - Photopea

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Colagem em aula - photopea

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Desenhos de observação (dinâmicas realizadas na aula 07/09)

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Fichamento sobre o texto Animação Cultural

  No texto “Animação Cultural” Vilém Flusser escreve, sob a ótica de uma mesa, a respeito do que, nesse universo literário, ele chama de direitos objetivos. Dado esse ponto de vista, o texto discorre sobre o relacionamento entre humanos e objetos e vai, gradualmente, passando por diversos argumentos que sustentarão o que a mesa reivindica como a Revolução. Humanos são tidos como repressores dos objetos ao mesmo tempo em que eles sabem, talvez inconscientemente, que os objetos são superiores e, tentando encobrir seu lado animal, se definem então, contraditoriamente, como objetos.  Para alcançar a autêntica objetividade, os objetos percebem que precisam eliminar os valores humanos impregnados na ciência. Eles dirigem a ciência mas simultaneamente talvez não tenham o controle da narrativa. É interessante a menção, do ponto de vista dos objetos, de que a desvalorização da cultura é a tarefa almejada por eles. Com isso, a mesa sintetiza que a Revolução é pautada em colocar a humani...

Desenhos de observação 3 objetos do cotidiano

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Exercício Composição abstrata com objetos

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Cenas do exercício Cubo SketchUp

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