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Mostrando postagens de outubro, 2025

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Visita ao Inhotim (desenhos e registros)

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     Sobre a exposição da Valeska Soares, que grata surpresa e que ótima não escolha: se tivéssemos escolhido a galeria do trabalho antes, talvez não a teríamos escolhido, mas como foi a que sobrou teve que ser ela mesma. A galeria fica bem escondidinha no meio da mata e suas faces, externas e internas são todas espelhadas. Por fora o efeito é quase que de invisibilidade, os pontos de encontro dos espelhos com colunas de madeira são pontos onde você consegue ver os reflexos da vegetação mas não consegue se ver, é uma espécie de ponto cego. Por dentro, o efeito é outro, há uma projeção em uma das paredes e os espelhos internos dão mais amplitude ao mesmo tempo que geram uma sobrecarga no olhar, um espelho reflete a projeção do vídeo, que por sua vez é refletido por outro, que por sua vez também é refletido por outro e por aí vai. O ambiente interno é extremamente agradável, o dia que estava bem quente ficou da porta pra fora, é toda climatizada e as únicas luzes são de qua...

Esgotamento

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Deriva demorada no Parque: registros e mapeamento sensível

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Parque: Mini-deriva inicial + 2 desenhos de observação

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Desenhos (observação/perspectiva) aula Praça da Liberdade

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Fichamento Hertzberger parte "A - Domínio Público"

     Na Parte A de Lições de Arquitetura, intitulada “Domínio Público”, Herman Hertzberger analisa a relação entre o espaço público e o privado e o papel da arquitetura como mediadora entre esses dois campos. Para o autor, o domínio público é o espaço acessível a todos, enquanto o privado é restrito a indivíduos ou grupos. No entanto, ele enfatiza que essa divisão não é rígida, mas composta por gradações e transições que definem diferentes níveis de acesso e apropriação. A arquitetura, nesse sentido, deve criar zonas intermediárias: pátios, varandas e galerias que favoreçam a convivência, o diálogo e a passagem entre o íntimo e o coletivo.      Hertzberger chama esses espaços de limiares ou intervalos, considerando-os essenciais para a vitalidade social e urbana. Eles são os lugares de encontro, de reconhecimento e de troca, onde o público e o privado se interpenetram. Ao valorizar esses espaços de transição, a arquitetura contribui para um ambiente ma...

Fichamento – “DESIGN: OBSTÁCULO PARA A REMOÇÃO DE OBSTÁCULOS?” (Vilém Flusser)

  Fichamento – “DESIGN: OBSTÁCULO PARA A REMOÇÃO DE OBSTÁCULOS?” (Vilém Flusser) No texto “Design: Obstáculo para a remoção de obstáculos?”, Vilém Flusser reflete sobre a natureza contraditória dos objetos de uso e o papel do design na cultura. Para o autor, o ser humano vive cercado por obstáculos, o mundo objetivo e problemático, e cria objetos de uso justamente para superá-los. Entretanto, esses mesmos objetos, ao mesmo tempo em que possibilitam o avanço, tornam-se novos obstáculos no caminho humano. Assim, o progresso técnico e cultural gera também novas formas de aprisionamento, pois quanto mais a cultura se expande, mais o homem se vê dependente de seus próprios artefatos. Flusser denomina essa contradição de “dialética interna da cultura”: ao transformar o mundo em cultura, o homem cria novas barreiras que o impedem de seguir livremente. Essa condição se acentua na modernidade, quando os designers e criadores passam a se concentrar no aspecto objetivo e utilitário dos objeto...

Desenhos isométricos

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Pesquisa: obras “não-objeto” + artistas cinéticos

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Não Objetos de Lygia Clark e Objetos Cinéticos de Palatnik Obra Mole (Lygia Clark): borracha, flexibilidade e fluidez, nao tem uma forma fixa e depende da manipulação do espectador, lygia nao queria que a obra fosse contemplada passivamente, ela nao se sustenta sozinha, ela precisa se apoiar e se desdobrar, é uma experiência sensorial e participativa, buscando uma fusao com o espectador. Afasta- se dos limites da arte tradicional Abrigos Poéticos (Lygia Clark): construções de metal articuladas com dobradiças. vao além do conceito tradicional de escultura, privilegiando o espaço em detrimento da planicidade. Elas convidavam o espectador a interagir com o objeto, superação da arte como um objeto estático, transformando-a em uma experiência viva Abraham Palatnik (Objetos Cinéticos): foi um dos mais inovadores e importantes artistas do modernismo brasileiro, suas obras consistiam em instalações elétricas com jogos de luzes e movimentos, compostos por hastes metálicas com placas geométri...

Exercício Não-Objeto (2a parte: individual)

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  link do vídeo de manipulação do não objeto: https://youtube.com/shorts/n0dPxVVyo3Q

Exercício Não-Objeto (1a parte: diretrizes em grupo)

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DIRETRIZES:    O não objeto instiga o participante a explorar os diferentes elementos, que trazem um contraste devido a discrepância de peso nas duas extremidades. Enquanto em uma ponta é trabalhada a leveza, na outra existe um contrapeso. Seguindo essa dualidade, também é possível identificar um confronto entre a flexibilidade do fio e a rigidez do material maciço. Dessa forma, ele depende de uma relação com o espaço para fazer sentido, já que o ar faz parte da sua composição, onde a movimentação e o ponto de vista do participante mudam completamente a obra.  peso   contrapeso   flexível/ duro  relação com ar  corda/ fio  transparência OBJETO MÃE:

Desenho de observação Cadeira

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Desenhos de perspectiva da EA

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Sketchup sensitivo

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